História
Mel de três mil anos: o único alimento que nunca estraga
Publicado em 18 de outubro de 2026
Potes de mel selados encontrados por arqueólogos em tumbas do Antigo Egito com mais de 3.000 anos continuam perfeitamente preservados e comestíveis.
A conservação perpétua do mel se deve à sua baixíssima umidade e ao pH naturalmente ácido, criando um ambiente inóspito para microrganismos e bactérias. Além disso, durante a digestão do néctar, as abelhas produzem a enzima glicose oxidase, que gera traços de peróxido de hidrogênio (água oxigenada), funcionando como blindagem antibacteriana. Mantido em recipientes bem vedados contra a umidade do ar, o mel permanece estável e próprio para consumo indefinidamente.
Registros arqueológicos de escavações egípcias e pesquisas da Smithsonian Institution