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História

Confeitaria medieval: quando doces eram remédios vendidos em farmácias

Publicado em 19 de outubro de 2026

Antes de se tornarem sobremesas, confeitos e doces eram remédios manipulados e receitados exclusivamente por farmacêuticos.

Na Idade Média e no Renascimento, o açúcar de cana era uma especiaria caríssima vendida a peso de ouro por boticários, sendo utilizado primordialmente para disfarçar o gosto amargo de remédios e criar elixires digestivos. Confeitos como amêndoas drageadas e frutas cristalizadas eram preparados em farmácias e receitados para confortar o estômago após banquetes. Apenas com o aumento do comércio e a queda no preço do açúcar no século XVIII é que a confeitaria se desvinculou oficialmente da medicina, tornando-se uma arte voltada exclusivamente ao prazer.

História da confeitaria e evolução do uso farmacêutico do açúcar

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