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Chocolate quente no jejum: a indulgência autorizada pela Igreja

Publicado em 25 de setembro de 2026

No século XVII, o Vaticano decretou oficialmente que beber chocolate quente não quebrava o jejum religioso porque 'líquidos não quebram o jejum'.

Durante o século XVII na Espanha, a Igreja Católica debateu intensamente se beber a espessa e aromática mistura de chocolate quebrava o jejum eclesiástico. O cardeal Francesco Maria Brancaccio concluiu formalmente que 'o líquido não quebra o jejum' (liquidum non frangit ieiunium). A decisão permitiu que ordens religiosas e nobres devotos consumissem a bebida energética sem violar os preceitos quaresmais.

História da Igreja Católica e tratados gastronômicos do século XVII

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