Pato no tucupi: a dormência do jambu com caldo fermentado
O pato no tucupi une o caldo fermentado da mandioca-brava às folhas de jambu, que provocam uma dormência característica na boca graças ao espilantol.
Tradicional de Belém e da Amazônia paraense, a iguaria leva dias para ficar pronta. O tucupi e o pato são temperados com ervas regionais como chicória-do-pará e alfavaca, enquanto o jambu é branqueado à parte para manter o tom verde vivo e o leve formigamento na boca. O cozimento lento do pato no caldo ácido amacia a carne e resulta em um prato de sabor profundo, servido historicamente no Círio de Nazaré.
Ler a curiosidade completaCultura gastronômica paraense e patrimônio imaterial brasileiro