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História

Esculturas de açúcar: os monumentos comestíveis da Renascença

Publicado em 14 de setembro de 2026

Nos banquetes da Renascença europeia, o açúcar era tão raro e valioso que banquetes reais exibiam estátuas e castelos comestíveis para ostentar poder.

Durante os séculos XV a XVII, o açúcar era uma especiaria caríssima reservada à nobreza europeia, tratada tanto como remédio quanto como símbolo de ostentação. Os mestres confeiteiros reais criavam os 'trionfi', esculturas monumentais feitas inteiramente de pasta de açúcar (pastilhagem) que imitavam palácios, animais e estátuas clássicas nos banquetes da Renascença. Essas peças serviam como entretenimento visual antes de serem consumidas ou distribuídas como sinal da riqueza do anfitrião.

História cultural do açúcar e da confeitaria europeia

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